segunda-feira, 26 de abril de 2010

Na reta final para o lançamento da Cartilha da Justiça

Na reta final dos preparativos para o evento de lançamento da Cartilha da Justiça, aqui no ECE RJ, os alunos do reforço escolar preparam suas faixas, para o movimento que estão preparando, para esse dia, a favor da justiça.
Várias palavras foram escolhidas por eles e preparadas e, agora , eles montam de acordo com suas reivindicações, que acreditam serem importantes e necessárias, e desse jeito vão aprendendo a exercer sua cidadania!

ESSE DIA PROMETE.....

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Discutindo Cidadania e Justiça no Reforço Escolar

As turmas do 4º e 5º ano do Reforço Escolar já começaram a trabalhar com a Cartilha da Justiça. Após um bate papo sobre o assunto, dividimos a turma em grupos, distribuímos algumas cartilhas e ficou definido um capítulo para cada grupo – Os Três Poderes, A Justiça e a Polícia, Os Caminhos da Justiça, Nossos Direitos, O Promotor de Justiça. Depois de lerem e debaterem, cada grupo teve que “dar uma aula” para o outro grupo sobre o seu assunto lido.
A leitura foi feita com bastante atenção e depois, de uma forma bem interessante, e com suas próprias palavras, eles foram “ensinando” para a turma o que haviam aprendido, e se sentindo os próprios professores.

Ao final, começaram a confeccionar o material para o evento de lançamento da Cartilha.
- Professora, hoje a aula foi muito legal. Tinha muita coisa que não sabíamos. A gente estudou e a gente mesmo explicou, falou Maria Lídia
É isso. Colocamos em prática o tão importante: APRENDER FAZENDO.

A Cartilha da Justiça em Quadrinhos é uma publicação da AMB - Associação dos Magistrados Brasileiros - , e é o carro chefe do projeto “Cidadania e Justiça Também se Aprendem na Escola”, cujo o objetivo é a aproximação entre a sociedade e o Poder Judiciário Brasileiro.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

PAR OU ÍMPAR

Aproveitando a disputa dos meninos para saber quem teria o mando da quadra no jogo de futebol, começamos a aula perguntando :
O que é par? E o que é ímpar?
E a resposta veio: Ah, professora, par é 0, 2, 4, 6, 8 e ímpar é 1, 3, 5, 7, 9
E vocês sabem porque?
Pronto, com essa indagação, começamos nossa aula.
Chamamos uma menina para ficar à frente da turma:
Com ela podemos formar um par para fazer uma dança?
E se chamarmos mais uma? Ah, agora conseguimos fazer um par.
E se vier mais uma?
E assim foram "aparecendo" os nºs pares e ímpares.
Fizemos também uma brincadeira com dados, onde os alunos representavam nºs pares ou ímpares e conforme os dados eram jogados, os grupos ganhavam pontos.
Chegamos, então, no momento dos exercícios escritos, que foram auxiliados por nossa estagiária normalista.
E assim, a turma foi compreendendo, efetivamente, o conceito de par e ímpar. sem ter mais que decorar somente números sem significado.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Sistema de Numeração Decimal

Para recordar sistema de numeração decimal-posicional - centena, dezena, unidade - lançamos mão de vários recursos que sabemos ser caminhos para dirimir os erros e dificuldades dos alunos, nesse assunto.
Nesse dia, trabalhamos com quadro valor de lugar, palitos de sorvete e relembramos o Material Dourado, que tanto nos ajudam nas relações numéricas abstratas, as quais passam então, a ter uma imagem concreta, facilitando a compreensão, desenvolvimento do raciocínio e um aprendizado mais eficiente.

quarta-feira, 31 de março de 2010

REVELANDO NOSSAS QUALIDADES

Um presente bem bonito, enfeitado com um belo laço cor de rosa.
Foi assim que a nossa aula do Reforço Escolar começou.
A turma toda em polvorosa queria saber para quem era aquele presente.
- Vocês é que vão decidir quem vai ganhar!! Esse presente vai representar a confraternização e a amizade entre nós, sentimentos tão importantes para serem lembrados nessa época da Páscoa.
Começamos, então, perguntando as características (adjetivos) de alguns alunos da turma. É lógico que os “atributos” dados, nem sempre eram muito delicados: “chato, implicante, brigão ...”. Então, a partir daí iniciamos uma “brincadeira”. Sorteamos o nome de um aluno, que, muito satisfeito, recebeu o presente. Mas... foi explicado que apesar dele ter muita sorte, como aquele pacote representava a amizade e a confraternização, ele deveria passar o presente para uma pessoa da turma que ele achasse CORAJOSO. E essa foi a dinâmica. O corajoso deveria passar o presente para o mais SIMPÁTICO, este para o mais ORGANIZADO, e assim, sucessivamente, fomos trabalhando os adjetivos. E mais que isso, trabalhamos a auto estima, a amizade, o carinho, pois na brincadeira, não foram raros os alunos que se surpreendiam quando o colega lhe passava o presente dizendo que na sua opinião ele era o que representava melhor aquela qualidade.
O último a receber seria aquele que mais contribui com a paz e a harmonia da turma, e esse, então, com seu espírito solidário deveria, finalmente, dividir seu presente, um saco de bombons, com toda a turma.
Depois de toda a distribuição trabalhamos com um texto em que o aluno participava, decidindo, com adjetivos, o jeito que os personagens da história deveriam ser.

terça-feira, 23 de março de 2010

QUEM NÃO GOSTA DE COLORIR?

Colorir é divertido, não é? E além de divertido, colorir tem a capacidade de prender a atenção de uma pessoa, estimular a sua concentração máxima, além de ser muito prazeroso.
Pois é, os alunos do Reforço Escolar também acham tudo isso, e sempre estão pedindo trabalhos que possam pintar.
Então, atendendo à pedidos, hoje fizemos uma atividade que “unia o útil ao agradável”. Primeiro fizemos a leitura da “História de Jacaré”, onde, além de interpretá-la pudemos, também, explorar diversas formas gramaticais. Depois chegou a hora tão esperada: COLORIR O JACARÉ.
Mas para ele ficar bem bacana e diferente, cada pedaço do seu corpo tinha o resultado de uma operação matemática, cuja a cor desse resultado estava designada no quadro, e dessa forma o jacaré foi ficando multicolorido.
“Puxa, esse jacaré ficou “muito maneiro”, falou Wallace.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Problema não é mais Problema

Quando a turma foi perguntada se achavam que “problema é problema”, as respostas foram as mais diversas :
- Claro que é problema, tia - disse Lucas
- Minha mãe sempre fala que problema chama problema - sentenciou Mª Elidia.
Mas foi Igor quem teve o comentário mais interessante:
- Não concordo, disse o menino. Quando a gente tem um problema tem que tentar resolver, por que às vezes ele nem é tão difícil, a gente é que não tenta...”
E foi dentro dessa linha de pensamento, do Igor, que trabalhamos no Reforço Escolar, desmistificando os tão temidos problemas matemáticos, aos quais os alunos são tão resistentes.
Primeiro trabalhamos, oralmente, com situações de raciocínio lógico, depois transferimos esses raciocínios para o papel. E tudo ficou bem mais fácil.
- Não é que o Igor tem razão? falou Cleiton, satisfeito com a resolução dos seus “problemas”.